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Pimenta na Língua

Tudo sobre alguém que não tem papas na língua

Modo Carnaval ON

E já que continua a não haver trabalho por estes lados, a partir do dia hoje até quarta feira, dia 5 encontro-me em modo Carnaval de Torres Vedras. O que quer dizer que a ausência de posts deverá ser notável, visto que o Carnval de Torres são 6 dias, vou estar  pelo centro da cidade e com os horários um pouco trocados.

Ao menos que o Carnaval nos sirva para tirar esta tristeza e angústia de cima e que o povo se divirta como todos os anos.

Apareçam por cá, tragam o amigo, o namorado, o pai e a prima, a vizinha e as vestimentas que ninguém leva a mal (é só ir ao fundo do baú e tirar uns trapos) até porque acreditem que se não vierem mascarados até vão sentir um bocadinho que vieram de um mundo à parte. Venham que não se vão arrepender.

 

 

A um morto nada se recusa!

O anúncio que apresento de seguida está fenomenal, apesar de ser um anúncio a algo de que  não estamos nada habituados a ver, o que faz com que dê logo vontade de ver. 

É nada mais nada menos que uma plublicidade a uma agência funerária, denominada por "Funalcoitão" e localizada em Alcoitão. O anúncio foi  realizado por o"Filho da Pub" e está fenomenal. Através dele, os proprietários da agência funerária em questão, tentam transmitir a ideia de que os funerais não precisam de ser demasiado pesados, e que as famílias prestem diferentes homenagens.

 

Que façam mais publicidades destas a agências funerárias que dá vontade de sermos enterrados por esta gente!

 

Os anéis caem, os Iphones ficam esquecidos

Primeiro tive o problema com o anel (que escrevi aqui) e que tendo em conta que foi uma pechinca, não foi verdadeiramente um problema. Mas um Iphone está longe de ser uma pechincha, apesar de o meu me ter sido oferecido.

E um dia destes fiquei para morrer com a aventura que o tive com o meu. Para não andar com a mala atrás num sítio cheio de gente, deixei-a no carro, juntamente com o casaco e meti o dinheiro e o Iphone ao bolso. E eu sem casaco, e com umas jeggins vestidas, só tinha bolsos na parte de trás das calças e foi lá que alojei o dinheiro e o Iphone.

Passadas umas horas tive de ir à casa de banho, e preocupada que não me fosse cair desta vez o Iphone pela sanita dentro, e burra em não o ter entregue a alguém, tirei-o do bolso e coloquei em cima do sítio onde estava o papel higiénico, que por sinal estava a frente dos olhos precisamente para não me esquecer. E não é que dei a volta para puxar a porcaria do autocolismo, saí para lavar as mãos e saí da casa de banho. Só quando já estava a chegar ao pé da minha gente é que me lembrei de tal coisa e fui a correr para a casa de banho, e lá estava ele, no mesmo sítio à minha espera. E só lá estava porque ainda não tinha entrado ninguém na casa de banho, porque dava para vê-lo de longe.

 

Acho que para além de sumos verdes, preciso de vitaminas para o cérebro.

E os sumos verdes

Eu sei que os sumos verdes de bom aspecto não têm grande coisa, mas de saudável e de saber têm tudo.

Eu sempre andei com muita vontade de os fazer porque não como fruta quase nenhuma e também não sou grande adepta das verdurar. E esta era uma das formas de ingerir estes alimentos. Mas tendo em conta que o tempo não era muito e tinha imenso receio do sabor andava a adiar. E agora como tenho tempo de sobra faço-os todos os dia e bebo logo de seguida, tal como é recomendado.

E o que é certo é que gosto imenso, já não os dispenso e cá por casa as minha mãe também os quer.

Os dois últimos que fiz sabiam super bem:

- 2 folhas de couve;

- meia cenoura;

- 1 maçã;

-1 Kiwi;

- sementes de chia

 

e o outro que era mais laranja:

- Agrião;

- 1 Cenoura;

- 1 Maçã;

- 1 Kiwi;

 

Eu adoro Kiwi, e ainda não me atrevi a fazer o sumo sem kiwi, mas prometo que ficará para breve, espero é que o sabor não pior.

 

E quando os anéis caiem dentro...

da sanita.

Eu já falei aqui da minha paixão por anéis.

Durante o dia, como tenho estado aqui por casa, como é óbvio não ando com eles. Mas nas entrevistas, nos cafézinhos que não dispenso com os amigos, lá vão eles a fazerem-me companhia nos dedos.

Não tenho  por hábito ir a discotecas. Aliás, eu nunca gostei muito de discotecas. Lembro-me de ser mais nova e as minhas amigas por vezes me conseguirem arrastar para uma e eu ter a capacidade de ficar quieta encostada à parede a tentar perceber qual era a piada daquilo.

No sábado, como uma amiga fazia anos e tendo em conta que por estas bandas já se anda a festejar o carnavallá fomos nós. Confesso que até foi bem engraçado. Tirando a parte da casa de banho claro. 

Primeiro que tudo, tenho de dizer que o anel estava um bocadinho largo. E na minha ida à casa de banho, eu que costumo ter a inteligência de meter os anés nos bolsos para não os molhar quando vou lavar as mãos, tendo em conta que começam a ficar todos horrorosos, deixei-os nos dedos. E o que acontece? Conforme aqui a inteligente se vira para puxar o autocolismo, o anel mais bonito vai disparado do dedo, faz umas acrobacias no ar,  e  PLOC dentro da sanita. É que podia ter tocado no autocolismo e ter lá parado, podia ter caído no chão, que costuma estar nojento, mas até estava em condições (caso contrário nem entrava lá), mas não, estava destinado a deixar de ser meu.

E foi este o triste final do meu anel mais fofinho e bonito. Acabar dentro da sanita de uma discoteca nenhum anel merece.

 

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