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Pimenta na Língua

Tudo sobre alguém que não tem papas na língua

O sushi...

Já referi algures no blog o quanto eu sou esquesita com a alimentação. Eu gosto  de um bom prato tradicional, e quando se começa a inventar cá por casa, e se tenta experimentar algo muito diferente, começo logo a torcer o nariz.

Como sabem, há quem seja completamente viciado em sushi, quem não se importasse de o comer ao almoço e ao jantar durante vários dias por semana, e devido ao bom aspecto que o sushi tem, e o facto de ouvir toda a gente a falar maravilhas do sushi, de à uns anitos para cá andava a querer experimentar. Claro que conhecendo-me como conheço sempre duvidei que fosse gostar. No entanto, teria que provar para ter certezas disso mesmo.

E lá fui. Em conversa com uns amigos, em que falavam que também tinham algumas dúvidas, mas que decidiram provar e adoraram e que para além de ser bom era muito saudável, lá combinámos e fomos.

 Primeiro que tudo falemos do aspecto. O aspecto é maravilhoso, olhamos e comemos com os olhos, cores fantásticas, apelativo. Mas depois veio o cheiro, assim que toquei no rolo e me veio o cheiro ao nariz perdi toda a vontade de provar. Mas lá o fiz e o que eu achei? Não gostei. Péssimo, horroroso. Meu rico salmão grelhado. Nunca mais me apanham a comer sushi, nem nada parecido e em mais lado nenhum.

Epá, eu tentei, mas cada vez que provava um rolinho novo pior aquilo me sabia, já me estavam a dar vómitos, verdade! Não sei como é que conseguem gostar tanto de sushi, aquilo não me diz nada. Enquanto eles enchiam a barriga com o sushi, eu enchia a barriga com ananás. Eu já gostava de ananás, mas nunca me soube tão bem como aquele a tirar-me aquele sabor horroroso da boca.

E pronto, foi uma experiência nada agradável, mas como é óbvio tinha de experiementar.

Agora tenho um dilema, o namorado gostou do restaurante e daquela comida toda. E na sexta esteve mais de 15 minutos à porta do restaurante a dizer que íamos lá jantar e que queria mesmo entrar. Confesso que me custou dizer que não, mas como é óbvio não ia pagar para comer mais uma vez ananás.

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