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Pimenta na Língua

Tudo sobre alguém que não tem papas na língua

Pérolas nas sessões do Centro de Emprego

Tal como escrevi no post anterior, recebi uma carta do centro de emprego, na qual me informava que teria uma reunião, daqueles que temos mesmo de ir, caso contrário suspendem a nossa inscrição, e o tema da reunião era acerca de propostas de formação, tendo em conta a informação que tnham da minha inscrição no centro. Ainda antes de ir, passei pela caixa de correio, e já la tinha outra carta, para uma próxima reunião na semana que vem. E pronto, lá fui.

Sala quase cheia, deviamos ser umas 100 pessoas e quando o homem começa a falar, começo a questionar-me acerca da minha presença naquela reunião e a constatar que aquilo nada tinha a ver com o que referi na minha inscrição. Então de que se tratava, de Cet's de megatrónica, e cursos técnicos de refrigeração e de electrónica, e com duranção de dois anos. Ou seja, algo excluído logo de início. Mas depois lá me apercebi de umas formações de línguas, e eu não sou grande entendida e gostava de ser, no final acabei por me inscrever.

Mas o mais engraçado de toda a reunião, e que não era para ter graça nenhuma, já ia a reunião em 30 minutos, e uma moça, que nãio devia ter nada da cabeça, mete o dedo no ar e espera pela sua vez para falar:

 - Há ali uma menina com uma questão. (psicólogo)

 - Faça favor de falar. (senhor que estava a explicar aquelas coisas todas)

 - Olhe desculpe, mas quem não está interessado pode sair??!

 

Oi? Fiquei com a ideia que naquele momento toda a gente se virou para trás, com o intuito de tentar perceber quem é que tinha dito aquilo, quem é que não tinha percebido que aquilo era uma sessão obrigatória. Fiquei com vontade de rir, mas o senhor ficou tristissimo. Disse-lhe que como era óbvio não podia sair que era uma falta de respeito para com a sua pessoa, e que se ela o quisesse fazer que fosse entregar a carta à entrada a dizer que se tinah vindo embora, que ele não ficava com ela.

 

E pronto, isto é parte das parvoíces que se vai ouvindo por gente que não tem trabalho, ainda se deve chorar em frente aos outros por não ter trabalho, mas que no fundo (não deve ser assim tão no fundo) gosta é de estar sem fazer nada.

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